terça-feira, 23 de outubro de 2007

Alegria no Trabalho






"Ensinar é o maior dos atos de otimismo" (Colleen Wilcox, educador americano).

As emoções são contagiantes.


É perfeitamente natural que influenciemos o estado emocional de outra pessoa, para melhor ou para pior. Fazemos isso o tempo todo, "pegando" emoções uns dos outros, como se fossem alguns tipos de vírus sociais. Essa troca emocional constitui uma economia interpessoal invisível, parte de toda interação humana. O que é válido para a troca íntima que ocorre numa sessão de psicoterapia não é menos verdadeiro no chão da escola, na sala de reuniões da diretoria ou na estufa emocional da vida. E, se transmitimos estados de ânimo com tanta facilidade, é porque eles podem ser sinais vitais para a sobrevivência. Nossas emoções nos dizem em que devemos nos concentrar ou quando agir. As emoções são mecanismos que funcionam como avisos, convites, alarmes.
Como um sistema de sinalização, as emoções não necessitam de palavras. De modos sutis (ou não tão sutis), cada qual faz com que o outro se sinta melhor (ou pior), como parte de qualquer contato que tenhamos. Cada encontro pode ser pesado segundo uma escala que vai da intoxicação à nutrição, em termos emocionais. Embora essa operação seja na maior parte invisível, pode trazer enormes benefícios para uma escola ou para o tom da vida organizacional.




Como lidar com as emoções dos outros?




Final de um dia úmido, longo e cansativo no Walt Disney World. Um ônibus lotado de pais e crianças começa o trajeto de 20 minutos de volta para o hotel. As crianças (e seus pais) estão muito agitadas e irritadiças. O motorista do ônibus, então, começou a cantar uma música do filme A Pequena Sereia. Aos poucos, todos foram se acalmando, prestando atenção. Primeiro uma menininha começou a cantar; logo várias outras crianças se juntaram a ela. No final do percurso, todos estavam cantando Círculo sem Fim, de O Rei Leão. Resultado: a viagem de ônibus infernal acabou se transformando num passeio agradável.
Aquele motorista de ônibus sabia muito bem o que estava fazendo. Na verdade, motoristas cantores fazem parte de uma estratégia intencional para ajudar a manter a tranqüilidade dos passageiros. Essa estratégia aproveita de forma inteligente o contágio emocional. Para melhor ou pior, fazemos todos parte dos conjuntos de ferramentas emocionais uns dos outros. Estamos sempre acionando os estados emocionais dos outros da mesma maneira que fazem conosco. Esse fato constitui um forte argumento contra a expressão desinibida de sentimentos tóxicos no trabalho. Eles envenenam o poço. No sentido oposto, os sentimentos positivos sobre uma companhia se baseiam, em grande parte, em como as pessoas que representam a empresa nos fazem sentir.
Nas organizações, as pessoas mais eficazes sabem disso intuitivamente. Elas utilizam de forma natural o seu radar emocional para pressentir como os demais estão reagindo. Como comentou comigo Tom Pritzker, presidente da Hyatt Hotels: "Não se pode quantificar a moça da recepção que conquista o cliente com um sorriso, mas pode-se sentir o benefício disso". (Os sorrisos são o sinal emocional que tem o maior efeito contagioso, possuindo um poder quase irresistível de fazer os outros sorrirem de volta.) Os mesmos mecanismos do cérebro que estão por trás da empatia e que possibilitam a sintonia emocional também criam o caminho para o contágio emocional. Como observa Howard Friedman, psicólogo na Universidade da Califórnia, em Irvine: "A essência da comunicação eloqüente, apaixonada, vibrante parece envolver o uso de expressões faciais, tons de voz, gestos e movimentos do corpo, a fim de transmitir emoções".
Num certo sentido, a exibição emocional é como um teatro. Todos temos nossos bastidores, a zona oculta onde sentimos nossas emoções, e um palco, a arena social, onde apresentamos as emoções que resolvemos revelar. Essa separação íntima entre nossas vidas emocionais públicas e privadas é semelhante à concepção da frente da loja e do escritório nos fundos. As exibições emocionais são freqüentemente dirigidas com maior cuidado quando se está interagindo com clientes, com as crianças e com menor atenção nos bastidores - discrepância que pode ser infeliz.
Alegria no trabalho: ambiente saudável, produtivo e de respeito às crianças.
Pense na alegria que você tinha quando criança e procure essa sensação no ambiente de trabalho e em todos os outros aspectos da vida. Talvez seja apenas necessário pendurar na parede suas tiras de quadrinhos favoritas, fotografias engraçadas (não deixe de pôr uma foto sua), citações engraçadas ou qualquer coisa que estimule sua veia cômica. Compre um maço de flores (no supermercado mesmo) e enfeite sua mesa. Use uma roupa "especial" na próxima reunião de trabalho, nem que seja roupa de baixo colorida sob o terno ou vestido sóbrios. Antes de sair de casa pela manhã, dance de pijama na frente do espelho para começar o dia sorrindo.
Encha sua vida de cuidados para mostrar a imagem que você faz de si mesmo. Decore seu ambiente com itens que estimulem todos os seus sentidos. Convide a sua "criança interior" a criar maneiras estimulantes de dar alegria a seu trabalho e faça com que o fator humor esteja presente em cada tarefa que realizar.




Afinidade




As relações humanas se firmam baseadas em vários aspectos: genética, personalidade, formação, empatia e afinidade entre outros. Cientificamente está provado que não importa o quanto desejemos, teremos afinidade com algumas pessoas e com outras não. Um dos maiores conflitos de relacionamento entre pessoas de diferentes classes está no fato de acharem que todos devem se gostar entre si. No trabalho, por exemplo, vamos conviver diariamente com várias pessoas, mas necessariamente, não teremos afinidade com todas, algumas necessitarão de um maior esforço de nossa parte para mantermos o profissionalismo e seguirmos trabalhando juntos. Na nossa família, na nossa casa, também é assim. Às vezes temos dificuldades em nos relacionar com uns e muita afinidade e entrosamento com outros. "Ce la vie"... É a vida. E como faremos quando estamos influenciando diretamente a vida de nossos bebês, de nossas crianças nas Creches? Ah... mas com as crianças é diferente... Eu gosto de todas iguais. Não é verdade! Rapidamente tomamos consciência de que temos muita facilidade em lidar com algumas crianças e tremenda dificuldade com outras. Entendido e aceito isto, o que fazer? Devemos partir do princípio do respeito à individualidade e liberdade de cada criança. Hoje ouvi uma observação interessante na TV, onde a cantora Ivete Sangalo disse que quando as pessoas aprenderem a ter respeito mútuo, o mundo se tornará um lugar melhor. Então, vamos tratar igualmente com nossas crianças, com respeito e carinho por todas, porque com certeza entre todas as educadoras, as crianças rapidamente demonstrarão sua afinidade por uma ou por outra, e aí não pode haver ciúmes, mas respeito. E entre todas as crianças, rapidamente sentiremos aquelas às quais temos mais afinidade, então temos que nos esforçar em não fazer diferenciação entre elas, em não escolher uma e preterir à outra, para que a convivência seja sadia e para que o tempo em que elas conviverem conosco seja guardado na lembrança delas como um tempo em que elas foram amadas, respeitadas, e onde sua individualidade e liberdade foram incentivadas.




Maria Fernando Tognozzi Borges, psicóloga clínica e escolar, pós-graduada em Ed. Infantil pela PUC, especialista em atendimento familiar, dinamicista de grupo, diretora do espaço de formação do educador infantil.

Semana dos Bons Dentes - 22 a 26 de outubro


Hábitos alimentares inadequados e falta de prevenção provocam cáries em bebês

Por Scheilla Lisboa

Se o bebê, com mais de um ano de idade chora durante a madrugada, a primeira atitude dos pais é correr e dar a mamadeira ou amamentar no peito. Certo...? Errado. Ainda é muito forte na população alguns costumes como este que acabam por comprometer a saúde dos dentes dos bebês, gerando cáries e maus hábitos. A conseqüência desta prática inadequada tem até nome: cárie tipo mamadeira, que é a cárie originada do hábito de dar leite à criança (mamadeira ou materno), durante a madrugada. "Após um ano a mamadeira ou amamentação no peito noturnas, devem ser retiradas, pois durante o dia a alimentação deve estar completa, satisfazendo as necessidades da criança", afirma a coordenadora da saúde da criança da Secretaria de Saúde de Vinhedo, Solange Salomão. A cárie tipo mamadeira ocorre porque, à noite, existe uma diminuição da salivação e, também, a criança engole menos, o que favorece a retenção do alimento junto ao dente. Assim, a bactéria da cárie (Estreptococos mutans) encontra o ambiente propício. A saliva é importante, pois é responsável pela lubrificação da boca e dos dentes, além de intervir significativamente no processo de geração da cárie. Mas, não é só a alimentação que determina a cárie, outros costumes do dia a dia também interferem; cabe aos pais prestar atenção e se reeducarem. "A cárie é uma doença contagiosa, assim, o adulto, sendo portador da bactéria, deve evitar beijar a boca da criança, assoprar a comida, utilizar os mesmos talheres e copos e limpar a chupeta com a própria boca", orienta a pediatra. Outra informação incorreta que passa de geração para geração é a imposição da chupeta a qualquer momento e de adoçá-la para a criança dormir melhor. "Estas atitudes reforçam o vício da chupeta que pode acarretar alterações dentárias, como mordida aberta e alterações de fala, além do que a presença do açúcar facilita a ação da bactéria sob o dente desenvolvendo a cárie", explica Solange, que afirma que o ideal é que se evite o uso da chupeta. Engana-se, também, quem não dá a devida importância ao dente de leite, já que ele será substituído pelos permanentes. "A saúde do dente de leite determina a saúde do dente permanente. Se a higiene é inadequada, existe o costume do leite noturno, o uso excessivo de açúcar e a alimentação não tem uma fonte de cálcio adequada, quando surgir o dente permanente o organismo vai sofrer os mesmos riscos do dente de leite devido aos hábitos errados", explica a pediatra.

sexta-feira, 12 de outubro de 2007

Fotos Semana da criança 2007

Visita ao campo.

Visita ao ginásio de esportes.




Visita ao aquário.

O uso correto de medicamentos.



A utilização correta de medicamentos exige atenção e cuidados para se obter o restabelecimento da saúde e a melhoria da qualidade de vida. Apesar da facilidade de comercialização no Brasil, os medicamentos não podem ser tratados como uma mercadoria qualquer. Eles devem ser utilizados somente quando necessário e com orientação adequada. Todo e qualquer remédio ou medicamento tem seus prós e contra. O remédio é uma combinação de produtos químicos, preparados especialmente para combater doenças específicas. Assim como todo produto químico, o medicamento pode fazer bem para determinadas pessoas e mal para outras. Isso é chamado de efeito colateral e deve vir descrito na bula. As tarjas nas caixas têm o seguinte significado: Tarja Preta: Indica medicamento de alto risco, se tomados em doses erradas podem até matar. Só podem ser vendidos com apresentação da receita, que deve ficar retida na farmácia para controle das autoridades. Tarja Vermelha: Indica que o medicamento só pode ser vendido sob prescrição médica, pois provoca sérios efeitos colaterais. Embora algumas farmácias vendam esses remédios sem receita, eles não devem ser tomados sem orientação médica. Sem Tarja: Indica que não há nenhuma restrição para venda. Mesmo esses só devem ser tomados para aliviar certos sintomas até que se saiba suas causas.

O paciente deve informar ao médico:
· Se é alérgico a algum remédio, mofo, poeira, perfume, etc.

· Se está em uso de algum medicamento.

· Hábitos de vida, tipo de alimentação, se fuma ou bebe, se pratica exercícios físicos, etc.

·Se há casos de doenças na família: hipertensão, diabetes, e outras.
· Alterações no ciclo menstrual. · Se está grávida ou em fase de amamentação.


Prescrição ou Receita Médica


A receita médica é que vai fornecer todas as informações sobre o uso correto do medicamento. Representa o resultado do diagnóstico dado pelo médico através do exame clínico e da queixa do paciente. Ao receber uma receita, deve-se observar se está clara, legível e se contém: -nome e endereço do paciente. -nome do medicamento, tipo e quantidade receitada, horário de tomá-lo, duração do tratamento e o modo de usá-lo. -Data, assinatura e número de registro do médico no Conselho Regional de Medicina. O médico está capacitado e deve esclarecer todas as dúvidas sobre a doença, o medicamento e o tratamento receitados. Esses esclarecimentos proporcionarão ao paciente a realização de um tratamento de forma correta e se curar. Todos têm o direito de receber do médico uma receita de qualidade. Outro profissional capacitado para dar informações sobre medicamentos é o farmacêutico. Nunca se deve aceitar a "empurroterapia": Não se deve levar um medicamento diferente do receitado pelo médico porque o balconista diz que são iguais ou tão bom quanto. A substituição de um medicamento receitado só deve ocorrer se o nome genérico (composto ativo) de um e de outro forem os mesmo.


Farmácias e Drogarias


Tanto a farmácia quanto a drogaria têm um profissional responsável - o farmacêutico - cuja presença neste estabelecimento é obrigatória. Não confunda o balconista com o farmacêutico. Muitas vezes, o balconista incentivado pelos grandes laboratórios costuma "receitar" medicamentos. Além de ilegal, essa prática é extremamente perigosa. Evitar consultas de balcão é dever do consumidor. A farmácia difere da drogaria porque está autorizada a manipular fórmulas mediante receita médica, ou seja, aviar receitas. Além disso, a farmácia pode fracionar medicamentos fabricados por laboratórios (a pedido médico). Já a drogaria só pode vender remédios de laboratórios devidamente lacrados na embalagem original. É preciso atenção quanto a higiene dentro desses estabelecimentos, ela é fundamental.


Riscos de se consumir medicamentos sem prescrição médica:
· Intoxicação.


· Reações de hipersensibilidade ou alergia manifestada por pequena irritação.


· Morte.

Além disso, pode acontecer o agravamento da doença. O medicamento pode esconder alguns sintomas e algum tempo depois a doença volta a se manifestar de forma mais grave. Quando não se toma o medicamento receitado, durante o tempo e na dose determinada, pode-se ter o aparecimento de outras doenças devido ao agravamento da primeira. Um simples resfriado, por exemplo, pode transformar-se em pneumonia.



Atenção para:

NOME DO REMÉDIO Certifique-se de que o medicamento recebido é o mesmo que lhe foi receitado.


PRAZO DE VALIDADE Observe a data de validade impressa na embalagem do medicamento. Nunca compre ou tome medicamento com prazo de validade vencido. Não aceite medicamentos com embalagem amassada, rasgada ou sem rótulo.


DOSAGEM OU POTÊNCIA Um mesmo medicamento pode ter várias dosagens. Verifique atentamente na receita se a dosagem receitada corresponde à indicação da embalagem.

PREÇO A embalagem deve indicar o preço máximo ao consumidor. A relação dos medicamentos que têm preços controlados pelo governo consta no Diário Oficial, que deve estar à disposição no balcão da farmácia.

BULA A bula traz informações importantes como especificação da fórmula, modo de usar, contra-indicações, efeitos colaterais e precauções. Não a jogue fora.


REGISTRO E NÚMERO DO LOTE Os medicamentos industrializados devem trazer seu número do registro no Ministério da Saúde. Alguns produtos apresentam a expressão "Isento de Registro". Os preparados na farmácia, os dizeres "Farmacopéia Brasileira". Verifique se o número do lote está impresso na embalagem. Ele será útil caso haja problemas com o medicamento.

FABRICANTE E FARMACÊUTICO RESPONSÁVEL É obrigatório constar na embalagem o nome, endereço e CGC do fabricante e o nome e registro do farmacêutico responsável. QUANTIDADE O rótulo e a bula dos medicamentos devem indicar seu peso, volume líquido ou quantidade de unidades, conforme o caso.

Cumprimento da Prescrição

· O medicamento indicado deve ser tomado durante o período estabelecido pelo médico.

· Não se pode mudar a forma de tomar e nem interromper o tratamento sem conhecimento do médico.

· No caso de antibióticos, o cumprimento do tratamento deverá ser ainda mais rigoroso, pois se eles não forem tomados adequadamente além de não curar, perderão o efeito quando forem novamente necessários.

· Mulheres em fase de amamentação, idosos e crianças devem ter maior cuidado ao usar medicamentos. · Grávidas só devem usar medicamentos com acompanhamento médico.

· Se durante o tratamento, o medicamento provocar alguma reação que não foi alertada pelo médico, ele deve ser avisado imediatamente.

Cuidados com os Medicamentos:

· Devem ser mantido fora do alcance de crianças e animais domésticos para evitar intoxicações.

· Não devem ser comparados com balas ou sucos quando forem administrados às crianças.

· Devem ser guardados em locais arejados, frescos, bem ventilados e protegidos da luz e umidade. Nunca em cima de geladeira, armários de banheiro ou junto com alimentos.

· Embalagem de medicamento nunca deve ser reaproveitada.

· Sobras de medicamentos utilizados devem ser jogadas fora, principalmente antibiótico, colírio, remédio de uso nasal e odontológico.

· Em caso de uso de mais de um medicamentos, não deixá-los fora da embalagem para evitar confusões.


· Nunca se deve usar medicamentos indicados por conhecidos, parentes ou amigos. Se o tratamento fez bem a uma pessoa não quer dizer que fará bem a outra.


· Não se deve usar medicamentos sem receita médica, mesmo que ele já tenha sido receitado numa ocasião anterior.

· Nunca utilizar a mesma receita duas vezes, sem o conhecimento do médico. · O medicamento precisa de tempo para agir. É errado imaginar que aumentando a dose o efeito será mais rápido. Isso poderá trazer conseqüências para a saúde do usuário.

· Cuidado com a propaganda de medicamentos veiculadas em jornais, Tvs e rádios. Os medicamentos só são úteis quando realmente se precisa deles e se usados com equilíbrio.

· Nunca insistir com o médico para que ele receite um medicamento. O médico sabe qual o remédio mais adequado ao paciente.

Painéis e materiais confeccionados pelas professoras auxiliares de educação infantil


Maria e João confeccionados pela professora Sandra Rozana com barbante.



Móbile confeccionado pela professora Sandra Regina com garrafas pet .

Painel confeccionado pelas Professoras Cecília e Teresa.

Painel confeccionado pelas professoras do Berçário Bernadete e Silmara



Árvore confeccionada pelas professoras Elis Regina e Sandra Rozana do Mini -Grupo.